Oct 21, 2006

VOLVER atração hoje da 30ª Mostra de cinema de São Paulo


Hoje o filme VOlVER, de Pedro Almodovar estréia na 30ª Mostra de cinema de São Paulo, segundo Almodovar esse é seu filme mais auto-biográfico:
"Madri e os bairros de classe operária, onde migrantes de várias províncias espanholas dividem os sonhos com uma pluralidade de etnias e raças. No centro desse sistema social, estão três gerações de mulheres: Raimunda, casada com um desempregado sempre bêbado, sua filha adolescente Paula, sua irmã separada Sole, que sobrevive ilegalmente como cabeleireira, e Irene, a mãe das duas, que ressurge literalmente das cinzas. Ela morreu, junto ao marido, num incêndio no vilarejo de La Mancha, onde Raimunda e Sole nasceram. Irene reaparece primeiro para sua velha irmã. Mas quando esta também morre, ela passa a aparecer para os demais parentes, com quem tem pendências a resolver. Carmen Maura, uma das primeiras musas de Pedro Almodóvar, volta aqui a trabalhar com ele pela primeira vez desde Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos (1988). Num forte elemento melodramático, o cineasta recorre a cenas da saudosa atriz Anna Magnani no papel de Maddalena Cecconi, do filme Belíssima (1951), de Luchino Visconti. Volver é também o nome do tango composto e interpretado por Carlos Gardel, presente na trilha sonora".


Pedro Almodovar
Nasceu em 1949, em Calzada de Calatrava, na Espanha. Em 1978, ainda funcionário da companhia telefônica espanhola, começou a fazer cinema. Pepi, Luci, Bom y Otras Chicas del Montón, de 1980, foi seu primeiro longa. Depois de, entre outros, filmes como Matador (1986) e A Lei do Desejo (1987), o sucesso internacional veio com Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos (1987) e Ata-me! (1989), exibido na 14ª Mostra. O longa A Flor do Meu Segredo (1995) foi o filme de abertura da 19ª Mostra. Carne Trêmula (1997) esteve na 22ª Mostra. Com Tudo Sobre Minha Mãe (1999), ganhou o prêmio de direção em Cannes. Em 2002, dirigiu Fale com Ela, exibido na 26ª Mostra. Má Educação (2004) integrou a seleção da 28ª Mostra. Volver levou o prêmio coletivo de interpretação feminina e o de roteiro no Festival de Cannes 2006, além do prêmio da imprensa estrangeira para “filme do ano” no San Sebastián International Film Festival.

RODRIGO SANTORO em Lost

Rodrigo Santoro in Lost
Aqui vai as primeiras imagens de Rodrigo Santoro em "Lost", este é um vídeo com a cena de estréia do ator na série. Rapindinho mas vale a pena conferir.

Oct 17, 2006

DIÁRIO DE BORDO PARA HOJE - Oscar Quiroga


"Meu Guru astrológio" , hoje está de arrepiar!

Reflita



A RECUSA.

Data estelar: Sol e Plutão em sextil, Lua mingua no signo de Virgem a partir da madrugada de hoje.

Enquanto isso, aqui na nave Terra nossa humanidade libertou, neste mundo, um tipo de Mal que é focalizado por alguns poucos, mas poderosos grupos, e não há país que esteja livre da tentativa de controle por parte desses. Antes de começar a vociferar que tudo isso não passa de paranóia, o astrólogo aqui quer chamar a atenção para o simples fato de não ser tão importante a recusa de se admitir tal realidade quanto outra recusa, a de assumir que não estamos sós neste planeta, que nossa existência é acompanhada de perto por uma Hierarquia de Seres Espirituais, e que de tanto repudiar sua existência permitimos a presença de outro tipo de seres, malignos, mas que passam longe do protótipo rabudo e chifrudo. Seus representantes usam ternos bem cortados.

Oct 15, 2006

O QUE É AYURVEDA?




Ayurveda. A antiga arte de saúde corpo – mente – espírito que tem sido praticada na Índia por mais de 5000 anos. Uma das terapias complementares mais populares e de maior crescimento nos EUA e Europa pela sua abordagem holística na cura, e pela sua eficácia em remover as tensões, aumentar a nossa energia e resistência imunológica, e proporcionar paz interior.

Ayurveda (literalmente, “Ciência da Vida”) ensina que uma combinação de padrões de energia cria nossa constituição individual (dosha ou biotipo), que influencia todos os aspectos de nossas vidas. Hoje as crescentes tensões diárias perturbam o equilíbrio de nossa constituição natural, debilitando o corpo e a mente. Ayurveda nos ajuda a restaurar esse equilíbrio, aumentando nossa vitalidade e flexibilidade para lidarmos com os desafios da vida.


A MILENAR CIÊNCIA CORPO-MENTE

A Ayurveda trata o indivíduo, não a doença. Já a medicina moderna, por sua vez, trabalha apenas no nível da matéria, sem remeter-se ao ser humano consciente, único e complexo, menosprezando o fator mental que é o nível do ser onde realmente se originam a doença e a cura.


Nas duas últimas décadas, esse foco da medicina moderna no aspecto físico, gradualmente começou a se erodir diante das novas evidências científicas relacionadas às ligações bioquímicas entre a nossa experiência psicológica e a ação dos sistemas endócrino e imunológico. Essas descobertas, que descrevem os processos fisiológicos nos quais pensamentos e emoções afetam as funções corporais, apontam para uma unidade mente-corpo fundamental. Isso levou à criação de uma nova ciência no ocidente conhecida como psiconeuroimunologia, ou o que usualmente chamamos de medicina corpo-mente.


Contrastando com essa visão meramente física, a Ayurveda baseia-se na premissa de que a mente e o corpo são unificados no nível da consciência e, através desse "campo unificado", ambos se afetam reciprocamente. De fato, a Ayurveda foi a primeira ciência psico-neuroimunológica, porque por milhares de anos tem enfatizado o papel do pensamento e do comportamento na saúde e na doença. Como resultado, quando os praticantes de Ayurveda se deparam com um problema físico, eles observam a pessoa que apresenta aquele problema e não apenas os sintomas propriamente ditos. A anamnese abrange a totalidade do espectro da vida do indivíduo, desde os aspectos mais recônditos da mente e das emoções até os mais externos, relacionados ao estilo de vida e ao meio-ambiente.

A meta última é eliminar o desequilíbrio físico ou emocional que enfraqueceu a imunidade do corpo e possibilitou que bactérias – que estão presentes até mesmo numa pessoa saudável – afetassem negativamente o corpo. Os tratamentos ayurvédicos ativam a inerente capacidade do próprio corpo de curar-se e equilibrar-se, de acordo com a sua própria natureza.


OS 5 ELEMENTOS

Há milênios, os sábios que desenvolveram essa antiga ciência ensinaram que você e eu, juntamente com tudo o mais neste vasto universo, somos feitos dos mesmos cinco constituintes: espaço, ar, fogo, água e terra. Apesar desses elementos estarem presentes em todas as pessoas, cada um de nós os tem em distintas proporções, em diferentes equilíbrios. Assim como a sua herança genética, a sua mistura particular desses elementos é determinada na concepção e permanece constante através da vida – determinando assim as características básicas do seu corpo e da sua mente.

Esse cinco constituintes básicos do universo são de fato diferentes modos vibracionais dentro do campo energético virtual que subjaz à matéria sub-atômica. Diz-se “virtual” porque ele é tão abstrato que não pode ser detectado diretamente, mesmo através da nossa mais poderosa tecnologia. Há sessenta anos atrás, os físicos ocidentais denominaram essa camada invisível da realidade de "Campo Quântico". Há sessenta séculos atrás, os cientistas ayurvédicos denominaram-no de "Campo da Consciência Pura". Esse continuum não visível, porém onipresente, é a fonte última da mente e da matéria. Os cinco elementos são padrões específicos vibracionais dentro desse campo, que moldam a existência individual e material.

Dependendo de quais elementos – de quais padrões vibracionais – sejam preponderantes numa pessoa (normalmente um ou dois dominam) a Ayurveda classifica cada um de acordo com três naturezas universais ou tipos constitutivos, conhecidos como doshas. O seu biotipo predominante descreve sua aparência de uma forma geral, sua disposição emocional e suas aptidões mentais quando você está em equilíbrio. Prediz também suas prováveis enfermidades físicas assim como os problemas mentais e emocionais quando você está em desequilíbrio. Um princípio fundamental em Ayurveda é de que a doença resulta de um desequilíbrio na sua constituição ideal, no seu biotipo, devido a fatores físicos, mentais ou ambientais. Em outras palavras, sempre que a sua configuração única de elementos se torna desequilibrada – sempre que os seus padrões inatos de inteligência são perturbados – a doença ou a desordem mental aparece. Logo, todos os tratamentos ayurvédicos visam restaurar o equilíbrio no biotipo do indivíduo – através da restauração de um fluxo vibratório harmonioso.

Portanto, a fórmula para alcançar o equilíbrio é específica para cada pessoa, dependendo do seu biotipo e temperamento inatos. Todos os tratamentos são individualizados, formulados para restaurar a harmonia de cada pessoa, segundo suas características únicas.

A meta final da Ayurveda, a Ciência da Vida, não é apenas nos libertar da doença. E nada menos do que a plenitude, um estado perfeito de harmonia interior. Um estado de felicidade pura e ilimitada – Ananda ou bem-aventurança – o direito de nascença de todos os seres.
www.visaofuturo.com.br

ALTAR


Hoje em seu diário de bordo Quiroga diz:

CADA LAR DEVE TER UM ALTAR
Data estelar: Mercúrio e Netuno em quadratura, Lua continua minguando no signo de Leão.

Enquanto isso, aqui na nave Terra é propício que nossa humanidade retorne ao espírito, instituindo um espaço dentro de cada lar no qual construir um altar. Esse altar não precisa ser suntuoso, apenas um lugar consagrado a tudo que nossa humanidade desconhece, um lugar a ser limpo todos os dias, demonstrando respeito e cuidado por tudo que ela desconhece, inclusive porque assim reconheceria que tudo o que ela, um dia, vier a saber, provirá desse mundo desconhecido.
Cada lar deve ter um altar, consagrado ao deus ou deuses da preferência,
tendo a delicadeza de não se exceder em formalidades,
mas cuidando desse lugar como método de atualização da consciência da vontade de progredir, a qual só poderia ser satisfeita pelo mundo que ainda é invisível.

Oct 14, 2006

REVISTA NOVA NO PEDAÇO


Chegou neste sábado, nas melhores bancas de São Paulo, Rio e Salvador, a primeira edição da revista "Joyce Pascowitch".
Tais Araújo está na capa, em um ensaio clicado por Gui Paganini e com direção de Giovanni Bianco.
Estou aguardando aqui em Floripa
INSIDE dá as boas-vindas e deseja sucesso à nova revista de Joyce Pascowitch!

INTRODUÇÃO À ASTROLOGIA - Tipos psicológicos

Está com certeza familiarizado com aquele tipo de situação em que você diz algo completamente objectivo e racional, mas o seu parceiro reage emocionalmente e sente-se pessoalmente magoado. Ou já alguma vez sentiu-se aborrecido por a sua esposa ser tão prática quando gostaria de poder construir castelos no ar?

Este interessante mas quase incompreensível fenómeno é bem conhecido de todos nós. Apesar da sua individualidade as pessoas "permitem-se" prender dentro de certas categorias.

Carl Gustav Jung explica este fenómeno dividindo as pessoas em quatro tipos psicológicos. De acordo com a sua teoria o consciente conhece quatro modos essenciais de percepção, os quais se expressam de maneira diferente e com mais ou menos força em cada indivíduo: a função do pensamento, a função do sentimento e as funções da sensação e da intuição. Estas podem ser definidas como dois pares opostos: pensamento e sentimento são opostos racionais (no sentido em que avaliam e julgam as coisas). A sensação e a intuição são consideradas funções irracionais porque não julgam mas simplesmente registam as coisas. É claro, nem todas as quatro funções se encontram igualmente fortes em cada indivíduo. Uma função domina, enquanto que as outras tendem a "subdesenvolver-se". Para tornar-se realmente completa, uma pessoa deve tentar desenvolver todos os quatro modos de percepção. Esta é uma tarefa extremamente difícil. Jung escreve nos seus Tipos Psicológicos:

Sabemos que um homem nunca pode ser tudo de uma só vez, nunca é completo – ele desenvolve sempre certas qualidades à custa de outras, e a totalidade nunca é alcançada.

Em astrologia, os doze signos do zodíaco são atribuidos aos elementos ar, água, terra e fogo. Liz Greene considera os quatro elementos como sendo os "pilares da astrologia". Eles dão-nos informação sobre a atitude predominante de uma pessoa. Se o horóscopo de um indivíduo é dominado por signos de fogo, os astrólogos falam de um tipo fogo. A sua forma predominante de percepção é "fogosa", a qual é equivalente ao tipo intuitivo de Jung.


AR

O tipo pensante tem o pensamento como função predominante. Este indivíduo vê o mundo de forma racional. Ele ou ela analisa tudo de acordo com a lógica das leis aristotélicas e faz as suas avaliações usando critérios "objectivos". Ele tende a categorizar os fenómenos do seu meio-ambiente. É bom a fazer e a receber críticas, a tirar conclusões ou a encontrar evidências.

Astrologicamente falando, esta função reflecte-se nos signos do ar Gémeos, Balança e Aquário. Em Relacionamentos Liz Greene aponta para o facto de no zodíaco o elemento ar ser o único que não é representado por animais. Gémeos e Aquário são figuras humanas e Balança é um instrumento de medição objectiva. Liz Greene escreve:

O ar é o elemento tipicamente humano, o mais afastado da natureza instintiva e é justamente o reino humano que, nos últimos duzentos anos, tem desenvolvido ou desenvolvido em excesso o pensamento como o seu grande dom.

Se num horóscopo mais que um planeta e/ou o ascendente se encontram em signos do ar, o indivíduo compreenderá o seu meio-ambiente principalmente através da mente racional. Interessa-se por discussões racionais, não por sentimentos. Com uma predominância do elemento ar, a função do sentimento permanece frequentemente "sub-desenvolvida". Poderá ser-lhe difícil decidir algo a "nível vísceral" ou aceitar critérios subjectivos. Poderão existir dificuldades em mostrar emoções ou a reagir de forma emocional.

É importante salientar que nenhuma função é melhor que outra. Todas as quatro têm qualidades necessárias à percepção holística e à avaliação do mundo. Uma função demasiado desenvolvida do pensamento que ignora as outras funções leva a uma frieza emocional, falta de imaginação e a uma forte instabilidade.


texto de Liz Greene
www.atro.com

DESCANSAR



Data estelar: Mercúrio e Netuno em quadratura, Lua quarto minguante em Câncer será vazia até 15h38, horário de Brasília.

Enquanto isso, aqui na nave Terra nossa humanidade deve descansar, muito, bem e profundamente, e fazer isso em nome da saúde do planeta, tanto a natural quanto a política e institucional também. Nossa humanidade deve descansar para que os pensamentos que pensa se tornem serenos, menos violentos, pelo menos. Nossa humanidade esquece um fato básico a respeito da construção da realidade, ela vai onde seus pensamentos a levarem, especialmente aqueles que se pensam na calada do silêncio íntimo, aqueles pensamentos inconfessos com que ela se refestela fazendo de conta que são *só pensamentos*. Pois é, mas a realidade com que ela tem de lidar é o fiel reflexo de sua maneira de pensar, o fiel produto do somatório de todos os pensamentos inconfessos de nossa humanidade.

Oct 9, 2006

ALMA CONGESTIONADA


Hoje a Lua fica VAZIA das 14:07 às 3:06 de amanhã.
Em seu diário de bordo
Oscar Quiroga (www.quiroga.net) faz
previsões catárticas para o mês de dezembro.

DEZEMBRO PRÓXIMO.
Data estelar: Sol e Netuno em trígono, Mercúrio e Urano também, Lua começa a minguar no signo de Touro.

"Enquanto isso, aqui na nave Terra nossa humanidade já engoliu sofrimento demais, sua alma está congestionada, prestes a iniciar o processo catártico de se livrar de tudo o que lhe impede o bom andamento da sagrada vontade de progredir. Logo essa paródia que nossa humanidade chama, consensualmente, de realidade, não terá como continuar se sustentando, descobertas em todas as áreas de conhecimento derrubarão mitos sobre os quais se arraiga a moral e os bons costumes, econômicos inclusive. Isso será o início de uma guerra atroz, pois nossa humanidade institucional não abrirá seus braços a esse auspicioso evento, pelo contrário, desinformará a opinião pública com uma espalhafatosa operação abafa.
É disso que trata o mês de dezembro próximo".

Oct 6, 2006

IMAGENS_Bromélias













VOLVER


Penélope Cruz e o genial diretor Pedro Almodóvar, estiveram hoje no lançamento do filme VOLVER, no Festival de Cinema de Nova York.

VOLVER é o novo longa-metragem do espanhol, e conta a história de uma mãe (Carmen Maura) que, depois de morta, volta à sua cidade natal para consertar as situações que não conseguiu durante a vida.
Aos poucos, seu fantasma se torna um conforto para suas filhas,
Raimunda (Penelope Cruz) e Sole (Lola Dueñas), e sua neta (Yohana Cobo).

A aceitação da morte, o amor materno, as lembranças de lugares da infância, a solidão feminina e a tradição da região espanhola de La Mancha são alguns ingredientes dessa tragicomédia
Este é o 16º filme de Almodóvar e recebeu o prêmio de melhor roteiro e melhor atriz no Festival de Cannes 2006, o prêmio de melhor filme do ano pelos 60 críticos da Federação Internacional de Imprensa Cinematográfica, no Festival de Cinema de San Sebastián.

"Voltei às minhas próprias raízes e às memórias da minha mãe. O filme é baseado totalmente em minha vida, minhas lembranças e as da minha família", disse o cineasta no www.terra.com.br



Com certeza vale a pena conferir!!

Oct 2, 2006

ATENÇÃO LUA VAZIA


Amanhã ,
mais um período em que a Lua ficará Vazia
começa dia 03 out às 17:14 e
só Termina no dia 4 out às 02:33

Então ...

O que fazer quando a Lua estiver vazia?

Aqui vão as sugestões do site www.quiroga.net

Convencer-se de que, ao contrário do que parece, você não é engrenagem de máquina, que possa ligar-se e desligar-se de acordo com horários estipulados arbitrariamente.

Convencer-se de que, participar do cosmos é, também, participar de todos seus ciclos, de fluxo e refluxo, objetividade e subjetividade, de euforia e recolhimento, submissão e liberdade, e isso só para listar os mais reconhecíveis

Convencer-se de que a saúde e bem-estar físicos e emocionais dependem de alternarem-se, o mais sabiamente possível, os períodos de produção objetiva com os de recolhimento subjetivo.


Os períodos de Lua vazia são, eminentemente, propícios ao recolhimento subjetivo, e se acontecerem no meio da semana “útil” melhor será que você comece a considerar o descanso útil também.



Nenhuma instituição, governamental ou comercial, está preparada para deixar você descansar no meio do período de trabalho, pelo que fica ao critério de sua criatividade inventar uma forma de continuar fazendo parte da máquina institucional sem no entanto forçar a barra, tentando agir como se você fosse uma máquina.


O recolhimento subjetivo pode ser praticado por meio de inúmeras tarefas: rezar, meditar, estudar, conversar despreocupadamente, distrair-se, vigiar os pensamentos para que esses não produzam ansiedade, limpar gavetas e jogar fora papéis velhos, etc.


Quando num período de Lua vazia você perceber que seu nível de irritação aumenta demais, isso acontece por você teimar em querer fazer com que algo dê certo num momento inútil. Você é livre para esbaldar-se nesse fogo estúpido que é a irritação, mas isso não fará de você uma pessoa melhor, nem mais feliz.


Se você, inadvertidamente, tiver marcado compromissos importantes num período de Lua vazia, mais uma oportunidade para praticar a despreocupação. Cumpra a sua obrigação desapegadamente, sem esperar que ela dê resultados concretos.


É sábio, durante a Lua vazia, evitar dar início a atividades das quais se espere colher resultados concretos e definidos.


Se, durante uma Lua vazia, você desesperar, respire fundo várias vezes, pois esse estado de ânimo é artificial, só vale o quanto você acreditar nele.


Normalmente, é nos períodos de Lua vazia que as pessoas agridem às outras de forma gratuita pelo que, você que sabe a razão disso acontecer, evite responder à agressão, desintegrando-a com a indiferença.


As boas idéias que você tiver durante a Lua vazia precisam ser repensadas em outro momento para conferir a sua eficiência.


Confusões, esquecimentos e desentendimentos de todo tipo acontecem durante a Lua vazia, pois essas condições são formas de o cosmos informar que o período não serve para sustentar a objetividade, convidando você a retirar-se dela.


Boatos de todos os tipos circulam durante a Lua vazia, pois os humanos, quando nervosos, falam de diversos assuntos com a propriedade de peritos, mas só o fazem motivados pela tola ansiedade. Confundem opinião com perícia. Opinião é como boca, todo mundo tem pelo menos uma
.



Períodos em que a Lua está vazia

Outubro / 2006

02/Out das 00:16 às 00:24
03/Out das 17:14 às 02:33 de 04/Out
05/Out das 17:33 às 02:32 de 06/Out
07/Out das 17:05 às 02:04 de 08/Out
09/Out das 14:07 às 03:06 de 10/Out
11/Out das 21:22 às 07:21 de 12/Out
14/Out das 03:27 às 15:38
16/Out das 18:00 às 03:15 de 17/Out
19/Out das 05:18 às 16:19
22/Out das 02:57 às 04:54
24/Out das 03:56 às 15:53
26/Out das 15:02 às 00:47 de 27/Out
28/Out das 22:30 às 07:17 de 29/Out
31/Out das 02:31 às 11:10

Horários de Brasília (sem cálculo de horário de verão.)

Oct 1, 2006

BRIGITTE BARDOT COMEMORA HOJE 72 ANOS





Brigitte Bardot comemorou hoje seus 72 anos, e o 20º aniversário de sua fundação protetora de animais.

Bardot subiu no palco de um lotado teatro do Centro parisiense com a ajuda de duas muletas, pois sofre de artroses nos quadris e não quer operar "por medo", como reconheceu recentemente.

"Estou muito emocionada por poder festejar com vocês este 20º aniversário (da Fundação). E vocês podem me beijar sem moderação pelo meu 72º aniversário", disse Bardot.

"Assim não vale a pena ser jovem", brincou uma das intérpretes de "...E Deus criou à mulher", filme de 1956.

Bardot, que logo passou a palavra aos diretores de sua fundação, se mostrou natural o tempo todo, e não se envergonhou de reconhecer que desconhecia o protocolo da cerimônia, pois acabava de chegar de sua casa em Saint-Tropez, em Côte d'Azur.

Em 20 anos, a Fundação Brigitte Bardot para a Proteção de Animais Domésticos e Selvagens passou de um pequeno quarto na casa da artista, em Saint-Tropez, a uma instalação em um luxuoso edifício de três andares em Paris.

No ato, a Fundação de Brigitte Bardot projetou duras imagens sobre filhotes de focas sacrificadas, raposas ensanguentadas e com a pele sendo arrancada, e bezerros degolados.

"Estas imagens me atormentam. Por isso fiquei tão desconfiada com relação ao ser humano, um animal de uma crueldade inimaginável, de quem é preciso proteger os animais", criticou Bardot.

Simpatizante ultradireitista, Bardot foi condenada em 2004 a pagar 5 mil euros por estimular o ódio racial em seu livro "Um grito no silêncio", no qual lamenta "a islamização da França".

Em janeiro, Bardot voltou a causar polêmica, ao assegurar que a França era uma "terra de refúgio de degoladores", na qual se permite que milhares de cordeiros sejam sacrificados por conta da celebração muçulmana do Aid al Adha (festa do Sacrifício).

Seis meses mais tarde, Bardot advertiu que poderia se exilar na Suécia, por se sentir "muito mais próxima à sensibilidade" desse país nórdico no que dizia respeito ao tratamento dispensado aos animais.

A Fundação atua no mundo todo em defesa dos animais, tanto domésticos como selvagens, para o qual conta com cerca de quarenta empregados, como explicou a diretora-geral Ghyslaine Calmels-Bock.

Uma de suas principais batalhas é conseguir o fim da caça de focas no Canadá, onde este ano serão sacrificados 330 mil destes mamíferos, segundo a "número dois" da Fundação, Christophe Marie.

O responsável jurídico da instituição, François-Xavier Kelidjian, aproveitou o "duplo aniversário" para anunciar a criação de um certificado que a Fundação conferirá anualmente para "não mais de seis" empresas e administrações locais que demonstrem respeitar os animais.

Também será criado um prêmio Brigitte Bardot, que recompensará as "ações exemplares" em prol da causa animal. No próximo ano, a Fundação lançará uma campanha para acabar com o consumo alimentício de cavalo na França, Bélgica e Itália.

"Não podemos pedir a todos que se tornem vegetarianos, mas sim que não comam cavalo", disse Bardot, antes de sugerir aos presentes que comessem alimentos leves entre as refeições, sem carnes nem peixes.

texto da Agência EFE




Brigitte Bardot, nome artístico de Camille Javal, (Paris, 28 de Setembro de 1934) é uma atriz da francesa.

Bardot foi uma das atrizes mais conhecidas do cinema, bem como símbolo sexual mundial nas décadas de 50 e 60. Seu pai, Louis Bardot, foi um industrial da alta burguesia francesa. Sua mãe era 14 anos mais jovem que o pai de Brigitte e casaram-se em 1933. Brigitte recebeu influência de sua mãe nas artes da dança e música. Com quinze anos, Brigitte tentou a carreira de modelo e foi capa da revista "Elle Magazine" francesa.

Tentou a carreira de atriz no cinema desde 1952. Participou de muitas produções antes de estourar como "Manina" em "A moça sem véu" (1952) (título original: Manina, la fille sans voile)" o pai de Brigitte recorreu à Justiça para impedir que o diretor Willy Rozier utilizasse cenas em que Brigitte Bardot aparece semi-vestida em um pequeno biquíni.

Seu primeiro papel no cinema foi como "Javotte Lemoine" em Le Trou normand (1952). No verão de 1964 Brigitte Bardot mudou a vida de uma pequena cidade do litoral do Rio de Janeiro chamada Armação dos Búzios onde ficou hospedada em suas visitas pelo Brasil. Em sua biografia, Bardot deixou registrado que os períodos passados na região foram as épocas mais lindas de sua vida.

GRITO HUMANO

Manifesto produzido no Fórum
site (www.quiroga.net - artigos), entre os dias 9 e 21 de agosto de 2005



"por todos os que nele participaram,
abriram seus corações, discutiram, e também se acaloraram às vezes pelas discordâncias,
até que em determinado momento se atualizou a consciência de que este manifesto parecia muito
mais um GRITO HUMANO
", Quiroga


Aqui vai parte do texto
Sempre atual:


Nós, humanos, temos muitos direitos e desejos, e por isso seria melhor que não esquecêssemos nossas responsabilidades, pois cada direito e cada desejo se transfigura numa influência que nossa presença executa entre o céu e a terra.Nós, humanos, somos seres que buscamos o direito de ser simples.


Nós, humanos, nos sentimos presos, limitados, e a esse respeito nos diferencia apenas que alguns nós sabemos e reconhecemos presos e limitados,
enquanto outros, são presos e limitados, mas não o sabem, ou não o querem saber.


Nós, humanos, temos muitos direitos e desejos, e por isso seria melhor que não esquecêssemos nossas responsabilidades, pois cada direito e cada desejo se transfigura numa influência que nossa presença executa entre o céu e a terra.


Nós, humanos, pretendemos ser justos, mas nos tenta a possibilidade de sermos juízes e executores imediatos de sentenças, dispensando as argumentações. Somos constantemente tentados a ser vigilantes e punidores.


Nós, humanos, sofremos de desilusão, pois nossa mente ainda não domina com perfeição a arte da discriminação, ela ainda não sabe separar ilusão de esperança.


Quer participar ?

deixe no INSIDE seus comentários

É sempre bom somar.

BOM VOTO


Hoje é dia de exercitarmos nossa cidadania.

Viva a democracia!

Bom voto!

LinkWithin

Blog Widget by LinkWithin

Atalho do Facebook